Bolsa Família
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Dinheiro federal na sua cidade
Bolsa Família, BPC e benefícios do INSS pagos em cada município, com fonte e data. Escolha o estado e a cidade. As bases não medem vendas no comércio nem a renda atual de todos os moradores.
Base municipal de Minas Gerais conferida em 13/10/2026: 853 cidades. Moeda corrigida a partir dos campos decimais oficiais; cenários não são efeitos observados. Resultados e alcance da auditoria.
Minas Gerais
Referência mensal composta de pagamentos
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Combina Bolsa Família de set/2026, BPC de ago/2026 e média anual do RGPS de 2025. Não é a folha de um mesmo mês, renda atual dos moradores ou dinheiro comprovadamente gasto no comércio. Previdência: município pagador, não necessariamente residência. Ver fontes e limites.
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Referência composta ÷ empresas ativas. Não é receita, clientela ou valor recebido por cada empresa.
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Referência composta ÷ população estimada de 2026. Não é a renda individual nem o benefício médio dos moradores.
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Referência anual ÷ PIB de 2023. Compara períodos diferentes; não mede contribuição dos benefícios ao PIB.
Estimativa · premissas nacionais
A conta adota R$ 39 mensais de diferença e supõe que 70% dos benefícios previdenciários sejam de piso. Essa proporção não foi observada em cada cidade; o resultado não mede gasto no comércio nem uma perda futura confirmada.
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por ano no exercício de referência: BPC × R$ 39 × 12 + 70% do RGPS × R$ 39 × 13. Não é valor local observado.
O MEI no meio dessa conta
Uma redução de recursos pode afetar demanda e renda familiar, mas estas bases não identificam quais negócios seriam atingidos, a ordem dos efeitos ou a perda de cada um.
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Optantes pelo Simei na cidade (Receita Federal, posição de 10/10/2026). Não é uma contagem de negócios efetivamente em operação.
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Referência composta ÷ optantes pelo Simei. Não mede vendas nem recursos recebidos por negócio.
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resultado de aplicar 27,7% aos optantes locais. Não é contagem municipal de inscritos no Cadastro Único.
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resultado de aplicar 27,7% × 41,7% aos optantes locais. Não é contagem municipal de famílias no Bolsa Família.
As estimativas de MEIs usam proporções nacionais, não uma contagem municipal. Não some beneficiários do Bolsa Família e do BPC como se fossem famílias distintas; pode haver sobreposição.
No Brasil, 4,6 milhões de MEIs estão no Cadastro Único, quase 3 em cada 10 (Agência Sebrae). Entre eles, 41,7% recebem Bolsa Família e 6,4% recebem BPC (Agência Sebrae). A maioria trabalha com serviços (53,1%) e comércio (26,5%) (MDS e Sebrae).
João Monlevade · piloto de dados auditados
Valores nominais não contam a história inteira. Veja o que muda depois da inflação, sem confundir pagamentos de benefícios com a renda atual de todos os moradores.
Carregando a série histórica…
Fotografia do Censo · julho de 2022
São valores censitários nominais, não estimativas da renda recebida em 2026. Os resultados são preliminares da amostra.
Correção pelo INPC nacional, IBGE, a preços de setembro de 2026. O gráfico usa índices para comparar ritmos de mudança; a tabela abaixo contém os valores em reais.
| Período | Benefícios | Total nominal | Total real | Média real por benefício | Fonte |
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A série previdenciária usa o município de pagamento, que pode ser diferente da residência. A série de BPC também é administrativa. A média não acompanha as mesmas pessoas e pode mudar com a composição dos benefícios.
O Auxílio Emergencial e a transição para o Auxílio Brasil exigem conciliação antes de uma série contínua. Campos indisponíveis não foram tratados como zero, e não mostramos uma linha histórica artificial de renda total.
O resumo principal da cidade combina Bolsa Família de setembro de 2026, BPC de agosto de 2026 e média anual do RGPS de 2025. É uma referência composta de pagamentos, não a renda mensal atual dos moradores. Este histórico não altera nem valida uma previsão de faturamento ou de impacto individual.
853 municípios
Toque ou clique em um município. As razões não medem dependência comprovada do comércio nem participação causal no PIB. A malha foi simplificada para visualização; não serve para medir áreas ou estabelecer limites legais.
Simulação hipotética
Escolha um percentual e programas. O resultado é uma redução aritmética da referência composta, não uma previsão de política pública, renda domiciliar ou vendas.
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redução mensal hipotética dos pagamentos selecionados
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redução anualizada, mantendo a referência por 12 meses
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aplicação linear de multiplicadores nacionais de 2013; não é previsão do PIB local
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redução hipotética ÷ empresas; não é perda de faturamento
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redução hipotética ÷ optantes Simei; não é perda individual
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MEIs potencialmente em famílias do Bolsa Família, se selecionado. Não é contagem de afetados; BPC não é somado.
Multiplicadores nacionais de um estudo histórico não foram calibrados para cada cidade. Aplicá-los simetricamente a cortes é uma simplificação ilustrativa. Não se infere que todo pagamento seja gasto localmente ou igualmente entre empresas.
Contexto político · separado do simulador
Declarações, notícias e hipóteses não são medidas implementadas. As fontes abaixo não determinam o percentual ou os programas do simulador; não há previsão municipal de impacto.
A campanha fala em cortar gastos equivalentes a 1,5% do PIB, cerca de R$ 190 bilhões (g1). A meta numérica não consta do plano protocolado no TSE (InvestNews).
Comparação de escala: Referência composta do painel. A comparação não identifica quais despesas seriam cortadas, nem estabelece redução no Bolsa Família, BPC ou RGPS. O multiplicador do Bolsa Família não pode ser aplicado a qualquer corte orçamentário.
O plano prevê limitar o crédito subsidiado com recursos do Tesouro e revisar políticas públicas, sem dizer quais linhas seriam afetadas (O Globo; Valor).
Limite da análise: o Pronampe utiliza garantias do Fundo Garantidor de Operações (Casa Civil). Essa relação não comprova que a proposta citada reduziria o Pronampe ou o ProCred 360. A base desta aplicação não contém uma projeção de oferta de crédito por município.
A Folha informou que a equipe estuda tirar o ganho real do salário mínimo das aposentadorias do INSS e do BPC para obter até R$ 250 bilhões (Folha). Flávio nega (Estadão).
Exercício de referência, não impacto confirmado: Estimativa pelas premissas descritas.
4,6 milhões de MEIs estão no Cadastro Único, e 41,7% deles recebem Bolsa Família (Agência Sebrae). 53,1% trabalham com serviços e 26,5% com comércio (MDS e Sebrae).
Registro e extrapolação: Estimativas não são contagens municipais observadas. A pesquisa não demonstra que MEIs de serviços sejam os primeiros a perder clientes.
A campanha de Flávio afirma que manterá os programas sociais existentes (Congresso em Foco; Poder360). A auditoria da base não verifica a implementação de propostas ou o efeito causal de cortes. Cenários escolhidos no simulador não representam um programa de governo confirmado.
Transparência
Carregando metodologia e fontes publicadas…
Rastreabilidade · revisão técnica
19 campos por cidade; 16.207 comparações. Fontes oficiais reconsultadas, incluindo Simei de 10/10/2026.
Em 176 cidades, incluindo totais derivados. Eram diferenças de extração e arredondamento, não dados inventados.
707 comparações sem divergências nas tolerâncias documentadas. INPC nacional; retrato censitário de 2022, não renda atual.
Fontes administrativas não comprovam gasto local, dependência comercial ou impacto de políticas. Cenários continuam hipotéticos.
Auditoria concluída em 13/10/2026 sobre a base anterior. A correção desta versão usa os campos monetários decimais oficiais, preservando os demais indicadores e as premissas separadas. Os arquivos abaixo documentam as diferenças encontradas antes da correção.